O melanoma é o tipo mais agressivo de câncer de pele. Embora represente uma parcela menor dos casos de câncer de pele, é responsável pela maior parte das mortes relacionadas à doença devido à sua capacidade de gerar metástases para outros órgãos.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), estima-se cerca de 8.980 novos casos de melanoma por ano no Brasil no triênio 2023–2025. Apesar disso, uma notícia positiva é que as taxas de mortalidade vêm apresentando redução nos últimos anos, principalmente devido ao diagnóstico precoce e aos avanços nos tratamentos, como a imunoterapia e as terapias-alvo.
Inicialmente, o melanoma pode se parecer com uma pinta comum, tornando fundamental a avaliação dermatológica periódica com dermatoscopia.

Uma pinta nova ou uma lesão já existente que apresente crescimento, alteração de cor, mudança de formato, assimetria, bordas irregulares ou qualquer transformação perceptível em um curto período de tempo, como seis meses, deve ser avaliada por um dermatologista.
Outro sinal importante é o chamado “sinal do patinho feio”, quando uma pinta apresenta aparência diferente de todas as demais existentes na pele.
Alguns fatores aumentam o risco de melanoma:
A maioria dos melanomas (70% a 80%) surge em áreas da pele previamente normais, sem relação com pintas já existentes. Por isso, é importante observar não apenas as pintas conhecidas, mas também o aparecimento de novas lesões.
O melanoma cutâneo pode surgir em qualquer região do corpo, incluindo:
Muitas dessas áreas são de difícil visualização pelo próprio paciente, reforçando a importância do acompanhamento dermatológico regular.
Embora seja muito mais raro, o melanoma também pode surgir em outras estruturas do organismo, como olhos, mucosas e sistema nervoso central.
Alguns fatores aumentam o risco de melanoma:
A maioria dos melanomas (70% a 80%) surge em áreas da pele previamente normais, sem relação com pintas já existentes. Por isso, é importante observar não apenas as pintas conhecidas, mas também o aparecimento de novas lesões.
O melanoma cutâneo pode surgir em qualquer região do corpo, incluindo:
Muitas dessas áreas são de difícil visualização pelo próprio paciente, reforçando a importância do acompanhamento dermatológico regular.
Embora seja muito mais raro, o melanoma também pode surgir em outras estruturas do organismo, como olhos, mucosas e sistema nervoso central.
Sim. Quando diagnosticado precocemente, o melanoma apresenta altas taxas de cura. Por isso, consultas dermatológicas regulares e exames como a dermatoscopia são fundamentais para identificar alterações suspeitas ainda em fases iniciais.
A dermatoscopia permite uma avaliação detalhada das pintas e lesões da pele, auxiliando no diagnóstico precoce e no acompanhamento seguro de pacientes com múltiplos nevos.
A avaliação por um dermatologista experiente, associada à dermatoscopia, pode identificar melanomas em fases iniciais, quando as chances de cura são significativamente maiores.
Se você percebeu uma pinta nova ou notou mudanças em uma lesão já existente, procure avaliação especializada. O diagnóstico precoce pode salvar vidas.
Conteúdo revisado por:
Dra. Ana Flávia Moraes – Dermatologista
Importante:
As informações deste artigo têm caráter educativo e não substituem a avaliação médica individualizada. Caso observe alterações em pintas ou lesões da pele, procure um dermatologista.
Artigo atualizado em: Maio 2026
Referências médicas:
Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD)
American Academy of Dermatology (AAD)